Corrente de carinho

Há quatro anos, quando inventei a vida sem crachá como um remédio para a minha dor, não tinha muito futuro, muito sonho, nem muita esperança. Eu fui indo, fui fazendo, fui mexendo, fui trabalhando, fui escrevendo. Foi meu jeito de sobreviver. Foi minha forma de não deprimir. Foi minha saída para continuar saudável para cuidar do meu filho, Chico, e dos meus pais. Juro por eles que jamais imaginei ou esperei colher tantos frutos, tanto carinho, tanto amparo, tanta solidariedade. Fiquei sabendo ontem à noite da indicação da Pousada A Capela na matéria da Revista da Folha. Foi a amiga Claudia Maximinoquem avisou, avisada pela amiga Vanessa Lucena Empinotti. Uma da a outra, numa corrente de carinho e felicidade. Ambas são amigas. Ambas são clientes, amigas, frequentadoras da Capela. Casaram aqui. Veranearam aqui. E por isso, fazem parte da nossa história. De mãos dadas numa gigantesca corrente de carinho e amor. Fiquei piegas depois dos 50? Nananina Não! Fiquei mais sábia, mais inteligente e menos modesta. Aos 53, sabemos o que realmente é importante na vida. Descobri que era a amizade o valor maior. Descobri que podia produzir isso na minha, na nossa pequena Capela. Por isso, estou feliz hoje. Por isso, o textão.
Aproveito para agradecer a @Debora Yuri, autora reportagem pela menção a nós. Ela também faz parte agora dessa Roda Vida de gente de paz e bem.

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2 comentários sobre “Corrente de carinho

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